O Canard Sauvage versus Buchada de Bode

OSTENTAÇÃO

Lula da Silva, o "ex-operário" que chegou à presidência do Brasil com o discurso da "FOME E MISÉRIA", e que ainda hoje, cinicamente, sustenta a verborréia criticando e condenando a BOA VIDA dos ricos, finalmente pode relaxar e desfrutar do que há de melhor e mais caro.




Essa foto é do restaurante luxuoso hotel Le Meurice, onde o tosco & famiglia encontram-se hospedados em Paris, mostra aos réles ‘cidadãos comuns’ que a ‘buona vita’ do Lula está muito acima do poder aquisitivo de muitos empresários, que dão o maior duro para conseguirem ser bem sucedidos neste país.

Nosso "ex-pobre", cujo intestino foi vítima constante de lombrigas esfomeadas durante a infância, hoje, finalmente, pode dizer “iés, ui quén!”, mesmo com seu intelecto limitado - fruto da preguiça e da vagabundagem - e com um currículo que seria rejeitado para vaga de porteiro em qualquer empresa.

A vida que o ex-operário leva é de deixar qualquer XEIQUE boquiaberto. Mas, Lula não se abala. Na verdade, ele apenas se vinga! O importante é que os brasileiros continuem firmes trabalhando 5 meses por ano, para dar conta de seus sacrilégios. Ele quer mais é estar no "Le Meurice" e poder encher o bucho com um “Canard sauvage aux dix épices”, mesmo que este prato lhe caia com a mesma 'sutileza' de uma buchada de bode.

Imagine os olhos de Lula surpreendidos com a maravilhosa decoração do restaurante inspirada do século 17, do Chateau de Versailles. Imagine sua emoção quando ele contemplar o majestoso Jardim de Tuileries.

Boas-maneiras e etiqueta estão perfeitamente ao alcance de qualquer um que se esforce por desenvolvê-las. No entanto, um matungo complexado, invejoso e preguiçoso, jamais que conseguirá alcançar qualquer refinamento para poder tirar proveito cultural e estético das boas coisas da vida, por mais que ele desembolse uma fábula de dinheiro (dos outros, é claro) para ter acesso a esses lugares.

O lugar adequado ao Lula é o BOTECO, comendo torresmo e entornando uma pinga. E com a barriga encostada no balcão. Dinheiro nenhum muda essa aptidão. Por Gabriela/Arthur

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UnoAmérica pede a destituição de Insulza

BRAVO, UNOAMÉRICA!

"Durante o mandato de Insulza, a OEA se perverteu e desfigurou, convertendo-se em uma ferramenta para sustentar ditadores e para debilitar os democratas da região, contrariando sua razão de ser e de existir.

A União de Organizações Democráticas da América,
UnoAmérica, pediu hoje a destituição do Secretário Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, por sua "desastrosa gestão à frente desse organismo multilateral".

Em um comunicado enviado hoje aos meios de comunicação, UnoAmérica criticou duramente o comportamento de Insulza durante a crise hondurenha, alegando que se trata de um conflito que podia ter sido evitado, posto que levava mais de três meses de gestação. "Entretanto, Insulza fez caso omisso dos numerosos sinais de alarme". Por Alejandro Peña Esclusa

UnoAmérica, uma plataforma que agrupa ONGs de toda a América Latina, afirma que: "Durante o mandato de Insulza, a OEA se perverteu e desfigurou, convertendo-se em uma ferramenta para sustentar ditadores e para debilitar os democratas da região, contrariando sua razão de ser e de existir. Basta lembrar alguns episódios recentes para se dar conta de que algo muito podre está ocorrendo dentro da OEA", diz o comunicado. Em seguida faz a seguinte retrospectiva:

Em março de 2008, em vez de felicitar coletivamente o presidente Álvaro Uribe por ter dado baixa no pior criminoso do continente americano - Raúl Reyes -, a OEA o repreendeu por haver incursionado em território equatoriano. Posteriormente, Insulza desmereceu a informação contida nos computadores de Reyes, em que pese a perícia realizada pela INTERPOL.

Insulza não se alterou quando Chávez, Morales e Correa modificaram ilegalmente as Constituições de seus respectivos países para permanecer indefinidamente no poder. Tampouco se importou que Chávez e Ortega tenham cometido fraudes eleitorais, em que pese os reclamos bem fundamentados dos democratas da Venezuela e da Nicarágua. Para Insulza, as valises carregadas de petrodólares venezuelanos que financiam campanhas eleitorais em todo o continente não existem.

No ano de 2007, Insulza obstaculizou as tentativas de condenar Chávez depois do inaceitável fechamento do canal de televisão RCTV. Posteriormente, em abril de 2008, em uma audiência ante o Congresso norte-americano, Insulza negou que Chávez tivesse vínculos com grupos terroristas, apesar de seus evidentes nexos com as FARC e com o governo foragido de Ajmadinejad. Nessa oportunidade Chávez elogiou publicamente o Secretário Geral da OEA, por sua "atitude digna".

Insulza nada disse sobre as perseguições que atualmente Evo Morales leva a cabo contra os opositores bolivianos, alegando que todos são "terroristas" e "separatistas", quando a única coisa que buscam é a descentralização administrativa (autonomia). Tampouco se pronunciou sobre a responsabilidade de Morales no massacre de Pando, apesar das inúmeras evidências que demonstram que foi uma agressão planejada e executada pelo Alto Governo.

"Porém, a gota que transborda o copo" - afirma UnaoMérica - "é a recente decisão da OEA que permitiria o regime totalitário cubano se incorporar ao seio da organização. A medida contrasta notavelmente com a enorme pressão que a OEA exerce sobre o povo hondurenho, por ter-se livrado de um presidente golpista. Inexplicavelmente, a OEA não se pronuncia sobre a grosseira ingerência de Chávez nos assuntos internos de Honduras, nem sobre suas ameaças de enviar tropas a essa nação centro-americana".

Segundo UnoAmérica, "A metamorfose que a OEA sofreu se deve a que quinze presidentes latino-americanos pertencem ao Foro de São Paulo, organização criada por Lula da Silva e Fidel Castro em 1990, para reagrupar os setores da esquerda que ficaram órfãos depois da queda do muro de Berlim, e à qual pertencem as FARC e o ELN. Ao menos outros sete países da região - localizados no Caribe - dependem do petróleo que a Venezuela lhes envia. O próprio Insulza pertence ao Partido Socialista do Chile, membro fundador do Foro de São Paulo".

"São tantas e tão graves as atuações condenáveis de Insulza que o mais conveniente para a paz e a estabilidade da região é que seja afastado de seu cargo".

Finalmente, UnoAmérica convidou "todas as personalidades, grêmios, sindicatos, partidos, academias e demais organizações democráticas da América a rechaçar a gestão de Insulza, e a se pronunciar a favor do povo, do Congresso e da Corte Suprema de Justiça de Honduras, por ter salvado a democracia das pretensões totalitárias do ex-presidente Zelaya".

Tradução: Graça Salgueiro -
MídiaSemMáscara

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Crítica aos gastos de Lula e alerta para desmanche de arcabouço institucional

Professor da PUC critica aumento de gastos do governo Lula e alerta para desmanche de arcabouço institucional

Observador arguto da cena nacional, o economista Rogério Werneck, professor titular do Departamento de Economia da PUC-Rio, é um crítico da política fiscal do governo Lula, marcada pela expansão dos gastos correntes. "Não há a menor dúvida de que a política fiscal em curso e a exacerbação do seu pior lado, no calor da campanha eleitoral de 2010, vão dar lugar a uma configuração de contas públicas delicada no próximo mandato presidencial", diz Werneck em entrevista ao GLOBO. Preocupado com o que chama de desmanche do arcabouço institucional que pautou a política econômica nas últimas décadas, Werneck alerta para o risco de o país desperdiçar o que conquistou a duras penas: a estabilidade fiscal e a credibilidade dos mercados para enfrentar crises como a atual. Por Regina Alvarez


Leia mais: Com PAC fora do superávit, governo terá mais caixa.

O GLOBO: O senhor tem criticado a elevação dos gastos correntes do governo, justificados como parte da política anticíclica para conter os efeitos da crise econômica. O resultado das contas públicas em maio já indicaria que a meta de superávit fiscal deste ano, de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto, conjunto de bens e serviços produzidos pelo país), está ameaçada?

ROGÉRIO WERNECK: Política fiscal anticíclica tem de ser feita com gastos reversíveis, dispêndios que possam ser suspensos quando a economia voltar a se recuperar. O que o governo está vendendo como política fiscal anticíclica é, em boa parte, aumento de gastos com funcionalismo e com benefícios da Previdência Social, decididos há muitos meses, quando a Fazenda ainda tinha uma visão rósea do futuro. São novos gastos recorrentes e incomprimíveis. Não há como reduzi-los quando a recessão for superada. O que se desenha no horizonte é um sério agravamento do quadro fiscal em que a meta não seria cumprida.

O GLOBO: Em artigo recente, o senhor faz duras críticas ao que chama de "insensatez do desmanche": a destruição gradativa do arcabouço institucional que pautou a política econômica nas últimas décadas.

WERNECK: Tem havido uma conjunção de notícias inquietantes sobre medidas e propostas que, se levadas à frente, podem, de fato, solapar esse arcabouço institucional construído a duras penas. Não se pode culpar apenas o Planalto. Da tentação do desmanche parecem compartilhar governo, oposição, congressistas, governadores e prefeitos. É como uma festa improvisada. Cada um se sente à vontade para trazer sua receita preferida de insensatez.

O GLOBO: O senhor poderia citar alguns exemplos?

WERNECK: A lista parece interminável. Renegociar dívidas dos governos subnacionais com a União. Aparelhar o Banco do Brasil e tentar forçar que baixe juros na marra. Assegurar em lei que, até 2023, o salário mínimo tenha sempre reajuste real igual à taxa de crescimento do PIB. Remontar, no melhor estilo portenho, um guichê de distribuição de favores fiscais a estados e municípios em Brasília. Propor, a essa altura do campeonato, que o Planalto volte a exercer estrito controle sobre a condução da política monetária pelo Banco Central. Institucionalizar um calote escandaloso das dívidas de precatórios. Disfarçar de política fiscal anticíclica o que é simples descontrole das finanças da União. – O Globo



MÁQUINA FEDERAL TRAVA INVESTIMENTOS
Máquina corrupta e incompetente, sob Lula, trava investimentos no país

O estudo do Ipea não trás novidade. Ratifica que o aparelhamento do Estado por mensaleiros e pelegos da CUT (veja matéria abaixo sobre o controle da Petrobras por militantes petistas) impede os investimentos e, por extensão, o crescimento e desenvolvimento do país. O que explica porque crescemos mediocremente na era Lula, quando o mundo, até o início de 2008, cresceu de forma esfuziante, especialmente outras nações emergentes, como a China e a Índia e até a Rússia. Site do Aleluia


INCOMPETÊNCIA E MÁ GESTÃO DO GOVERNO
Estudo indica que projetos não saem do papel por questões de gestão, mais do que por problemas ambientais. Os problemas de gestão interna da máquina do governo são um dos principais entraves ao aumento dos investimentos públicos no Brasil, segundo um trabalho em elaboração pelo economista Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Num levantamento realizado em 36 programas de investimento do governo federal com baixa execução em relação aos recursos empenhados, Almeida constatou que problemas administrativos, orçamentários, financeiros e gerenciais surgem com bem mais frequência como entrave aos investimentos do que questões ambientais ou ligadas a licitações e auditorias. Os 36 programas incluem algumas iniciativas de crédito, como o Proex e o Pronaf.

O economista analisou 36 programas federais de investimento de baixa execução em 2008, nos quais os gastos efetivamente realizados atingiram menos de 55% do programado. No total, esses programas previam gastos de R$ 25,1 bilhões no ano passado, dos quais só foram efetivamente realizados 44,1%, ou R$ 11,08 bilhões. Um total de R$ 14,05 bilhões, ou 55,9%, deixaram de ser executados.

Almeida tomou como base o Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento (Sigplan) do Plano Plurianual de Investimento (PPA), que todo ano avalia os programas e ações de investimento federais.

A análise do economista se baseou na tabulação das respostas à questão do Sigplan que indaga aos gestores dos programas quais foram "as restrições que interferiram no desempenho das ações de maior impacto e, consequentemente, no alcance do objetivo do programa".

A resposta é de múltipla escolha. Alguma das restrições são mais internas à máquina pública, como "orçamentárias", "financeiras", "administrativas" e "gerenciais". Outras têm a ver com o ambiente institucional que cerca os investimentos do governo, como as restrições "judiciais", "políticas" ou em razão de "licitações" e "auditoria".

Para a sua surpresa, Almeida constatou que as questões internas da máquina aparecem bem mais vezes nas respostas dos gestores dos programas de baixa execução do que as do ambiente institucional. Em 2008, houve 21 menções a restrições "administrativas", 20 a "orçamentárias", 12 a "financeiras" e 11 a "gerenciais".

Já os problemas ligados ao ambiente institucional aparecem menos vezes, como licitações (8), auditorias (7) e restrições "judiciais" (5) e "ambientais" (4). "Os dados mostram, segundo os responsáveis pelos investimentos, que muita coisa depende da organização do governo", diz Almeida.

Num importante programa do Ministério das Cidades, no qual só se investiu, em 2008, 25% do previsto, a explicação do gestor no relatório é sucinta: "Devido às restrições orçamentárias, o desempenho do programa foi totalmente comprometido, bem como os objetivos propostos inicialmente."

No item das restrições "administrativas" constam, em diversos programas, problemas como "atividades dependentes de articulação com outras unidades administrativas", "atrasos na prestação de contas", "captação de recursos humanos", "dificuldades para celebrar contrato/convênio", "entraves nos procedimentos burocráticos" e "inadequação de infraestrutura física e de equipamentos". Por Fernando Dantas – O Estado de São Paulo

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A indústria das indenizações

BOLSA VIÚVA ALIMENTA A FARRA DA QUADRILHA DE LULA
Anistiado recebeu R$1 milhão e montou empresa para acompanhar centenas de casos

Atrás de indenizações vultosas, mais de 50 entidades, associações e advogados que representam categorias como a de metalúrgicos, petroleiros e funcionários de estatais atuam na Comissão de Anistia. Eles cobram de seus clientes honorários que variam de 5% a 25% do montante a que o anistiado tem direito, apesar de não ser obrigatória a intermediação de advogado nesses processos.

A mais voraz dessas entidades é a Associação Brasileira de Anistiado Político (Abap), que atua em pelo menos 2,5 mil processos. A Elmo Consultoria não fica longe e controla centenas de casos. A empresa pertence ao anistiado Elmo Santos Sampaio, um ex-funcionário da Comissão de Anistia que foi beneficiado com atrasados de R$ 1 milhão e recebe mensalmente R$ 8,3 mil, desde 2002. Ele não é advogado, mas tem seus contratados e acompanha cada julgamento. Até filma as sessões. Procurado pelo GLOBO, Sampaio não quis dar entrevista. Por Evandro Éboli

PARLAMENTARES TAMBÉM ATUAM EM COMISSÃO
A Comissão de Anistia julgou de 2002 até hoje 46.097 processos. Aprovou cerca de 30 mil casos. Mais da metade dos deferidos, 61%, foi julgada sem a reparação econômica. O total de indenizações aprovadas atinge R$ 2,5 bilhões. Esse valor inclui os casos de quem recebeu indenização em prestação única e também quem teve direito a retroativo mais prestações mensais vitalícias. Segundo o Ministério da Justiça, de todas as indenizações autorizadas pelo governo foram efetivamente pagos R$ 150 milhões.

O lobby da indústria da anistia, formada por essas entidades, conquistou apoio na Câmara dos Deputados, onde foi criada uma comissão especial. Seu propósito, na verdade, é pressionar o Executivo a pagar mais e rápido os anistiados. Os parlamentares pressionam a comissão e buscam audiência com o ministro da Justiça, Tarso Genro. O deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA) acompanhou julgamento de petroquímicos do Polo de Camaçari. A deputada Andréia Zito (PSDB-RJ) também defende grupos do Rio, como petroleiros e pessoal da Marinha, e pressiona conselheiros.


PEDIDOS DE ANISTIA VIRAM “NEGÓCIO”
Atrás de indenizações vultosas, mais de 50 entidades, associações e advogados que representam categorias como a de metalúrgicos, petroleiros e funcionários de estatais atuam na Comissão de Anistia. Eles cobram de seus clientes honorários que variam de 5% a 25% do montante a que o anistiado tem direito, apesar de não ser obrigatória a intermediação de advogado nesses processos.

Cada processo aprovado é encerrado com pedido de desculpa formal do Estado ao perseguido político pelos abusos cometidos em nome do regime militar. Mas raramente essa confissão de culpa basta. Com poucas exceções, a grande maioria reivindica indenização econômica pelos prejuízos de que julga ter sido vítima, em prestação única ou mensal. A condição de anistiado político é insuficiente.

A mais voraz dessas entidades é a Associação Brasileira de Anistiado Político (Abap), que atua em pelo menos 2,5 mil processos. A Elmo Consultoria não fica longe e controla centenas de casos. A empresa pertence ao anistiado Elmo Santos Sampaio, um ex-funcionário da Comissão de Anistia que foi beneficiado com atrasados de R$1 milhão e recebe mensalmente R$8,3 mil, desde 2002. Ele não é advogado, mas tem seus contratados e acompanha cada julgamento. Até filma as sessões.

Procurado pelo GLOBO, Sampaio não quis dar entrevista: - Não quero falar. Estou sendo perseguido.

Num julgamento na última quarta-feira, na comissão, o grupo de Elmo foi acusado de querer enrolar a comissão. Irritado com a argumentação de um de seus advogados, o conselheiro Egmar Oliveira não se conteve e reagiu à manobra jurídica para tentar aprovar um caso. - Acordei às quatro da manhã para ouvir advogado enrolando. Litigância de má-fé é crime - disse Egmar, que rejeitou o pleito.


PARLAMENTARES TAMBÉM ATUAM EM COMISSÃO
De 2002 até hoje, foram R$2,5 bilhões em indenizações

Em outro caso, julgado na terça-feira passada, a comissão analisou o pedido de reparação de René Louis de Carvalho, um ex-funcionário do Banco do Brasil e filho de Apolônio de Carvalho, histórico militante do PCB e um dos fundadores do PT. A comissão aprovou apenas a situação de anistiado político e negou a reparação financeira. Sua advogada, Ana Muller, atacou a comissão: - Não teve reparação econômica? O Estado totalitário permanece no Brasil.

A Comissão de Anistia julgou de 2002 até hoje 46.097 processos. Aprovou cerca de 30 mil casos. Mais da metade dos deferidos, 61%, foi julgada sem a reparação econômica. O total de indenizações aprovadas atinge R$2,5 bilhões. Esse valor inclui os casos de quem recebeu indenização em prestação única e também quem teve direito a retroativo mais prestações mensais vitalícias. Segundo o Ministério da Justiça, de todas as indenizações autorizadas pelo governo foram efetivamente pagos R$150 milhões.

Deputado na comissão: "Vim aqui dar uma força"
O lobby da indústria da anistia, formada por essas entidades, conquistou apoio na Câmara dos Deputados, onde foi criada uma comissão especial. Seu propósito, na verdade, é pressionar o Executivo a pagar mais e rápido os anistiados. Os parlamentares pressionam a comissão e buscam audiência com o ministro da Justiça, Tarso Genro. O deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA) acompanhou julgamento de petroquímicos do Polo de Camaçari. E deu sua estocada. - A comissão exige muita formalidade nos processos. Mas vim aqui dar uma força, este é o pessoal da minha base - disse Zezéu.

A deputada Andréia Zito (PSDB-RJ) também defende grupos do Rio, como petroleiros e pessoal da Marinha, e pressiona conselheiros. - Essa minha atuação é legítima, desde que respeitosa. Defendo pessoal que pede o que é justo, diferentemente daqueles figurões da política que receberam milhões de indenização - disse Andréia Zito.

Na comissão, a atenção dos advogados está voltada para o parecer do relator. Em especial para o valor da indenização que pode ser anunciado. Ligado ao grupo de Camaçari, o petroquímico Lázaro Ribeiro teve aprovado na última semana o direito a uma prestação mensal de R$2,4 mil. Quando esse valor foi divulgado, o advogado de Lázaro olhou para ele, fez um sinal de positivo com o dedão para seu cliente. Ficaram satisfeitos. O conselheiro Egmar, em seguida, disse ao beneficiário: - Vai pagar honorário ao advogado à toa. Seu caso era simples e seria aprovado tranquilamente. Não precisava de intermediário.


A INDÚSTRIA DAS INDENIZAÇÕES
Para advogada que atua na comissão, não basta só concessão da condição de anistiado . Filho de Marighela defende militantes da BA - Evandro Éboli


Sobrenomes famosos advogam na Comissão de Anistia. Filho de Carlos Marighella, um dos ícones da luta contra a ditadura e fundador da ALN (Aliança Libertadora Nacional), Carlos Augusto Marighella trabalha para militantes políticos da Bahia, onde vive. O advogado disse que cuida apenas de "perseguidos históricos". Carlos Augusto também é anistiado, e a portaria que lhe concede uma prestação mensal de R$3,2 mil e um retroativo de R$454 mil foi publicada no mês passado. Para ele, não há qualquer impedimento ou contradição em ser quem é e advogar na comissão.

- O sobrenome me ajuda e zelo por ele. Sou uma pessoa idônea e defendo pessoas que efetivamente lutaram contra a ditadura. Importam os argumentos e as provas do processo - disse Carlos Augusto, que afirmou não cobrar honorários da maioria de seus doze clientes.

A advogada Paula Febrot acompanha cerca de 300 processos na comissão e se vangloria de ter grande maioria dos casos aprovados. Mas, para ela, a concessão apenas da condição de anistiado é derrota. A decisão tem que vir acompanhada de reparação econômica. Paula critica os valores pagos pela atual gestão da comissão.

- São valores que estão muito aquém. Um jornalista anistiado recebia, antigamente, R$14 mil por mês. Hoje, a comissão paga R$3,5 mil. É muito pouco.
Paula Febrot cobra de honorários 10% do total do retroativo a que o anistiado tem direito e mais o montante de três prestações mensais.

O presidente do grupo Tortura Nunca Mais do Paraná, Narciso Pires Oliveira, é outro anistiado que advoga na comissão e não considera que os valores aprovados são desproporcionais. Para ele, militares que torturaram no passado devem ser punidos e seus vencimentos confiscados e usados para pagar indenizações às vítimas da ditadura. Ele disse cobrar só despesas de seus clientes. - O Globo

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A república sindicalista instalada na Petrobras

PELEGOS DE LULA CRIARAM ESQUEMA POLÍTICO NA PETROBRÁS

Pelo menos 22 ex-sindicalistas ocupam postos estratégicos em gerências da Petrobras, da Transpetro e da Petros, o fundo de pensão da estatal. Desses, 14 são ligados ao PT - como ex-candidatos, ex-parlamentares, colaboradores de governo, doadores de campanha - e um ao PCdoB. Três processaram a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP), e um acompanhou o MST na invasão à sede da ANP. Hoje comandam a distribuição de verbas da estatal, girando uma máquina que financia projetos em 938 prefeituras.

As gerências de Comunicação da Petrobras estão entregues a ex-sindicalistas, a maioria ligada à CUT e ao PT, porque eles conhecem bem os setores de produção e têm facilidade com projetos sociais. A explicação foi dada pelo gerente executivo de Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santarosa, ele próprio um ex-sindicalista, em entrevista ao GLOBO. Por Chico Otavio e Tatiana Farah

Santarosa se considera um especialista em previdência social. Eleito, em 1995, conselheiro do fundo de pensão da Petrobras (Petros), disse que levantou detalhes de todos os problemas dos planos de aposentadoria da estatal, razão pela qual foi convidado pelo então presidente da estatal, José Eduardo Dutra, para assumir a presidência do Conselho em 2003. - Passei para o lado de cá, da gestão empresarial. Em vez de guerra judicial, buscamos a via da negociação com os participantes. Foram seis anos até chegarmos a um acordo. Houve a repactuação, e a Petrobras se comprometeu a depositar R$ 5,7 bilhões no fundo - disse.

UM POÇO DE POLÊMICAS
Protestar, ocupar, parar e resistir. A vida sindical parecia não trazer outros desafios para Wilson Santarosa e seus companheiros, líderes de jornadas que paralisaram refinarias e campos de produção da Petrobras nos anos 80 e 90. A cada crise, fosse um vazamento ou uma plataforma afundada, lá estavam eles, tentando alimentar o noticiário com denúncias. Mas os tempos mudaram, e os desafios também. Hoje, pelo menos 22 deles saltaram das assembleias e dos piquetes para postos estratégicos na estatal. Juntos, formam a república sindical que movimenta uma poderosa máquina política, presente em projetos sociais de 938 prefeituras, no comando do segundo maior fundo de pensão do país e do programa do biodiesel.

A lista, levantada pelo GLOBO, aponta ex-sindicalistas na presidência e nas gerências de Gás e Energia, Comunicação Institucional e Recursos Humanos da Petrobras, além da Transpetro e da direção da Petros, fundo de pensão com 64 mil participantes ativos e patrimônio de R$47 bilhões. Dos 22 nomes, egressos da Federação Nacional dos Petroleiros (FUP) e da Articulação Sindical, versão da corrente majoritária petista no sindicalismo, 17 são vinculados ao PT - como ex-candidatos, ex-colaboradores de governo, ex-parlamentares e doadores de campanha - e um ao PCdoB.

A maioria do grupo militou nas bases de São Paulo e Rio de Janeiro, mas há também ex-dirigentes da Bahia e do Ceará. Nas greves de 1983, ano da fundação da CUT, e principalmente de 1995, quando os petroleiros pararam a empresa por 32 dias, eles forjaram a fama de "ponta firme", gíria sindical para militante determinado e confiável. Três deles chegaram a processar a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Um, inclusive, acompanhou militantes do MST na invasão da sede da ANP no Rio.

Do discurso inflamado, porém, nada restou. No poder, o grupo trocou o megafone pelos ternos e os jornais do sindicato pelas grandes campanhas publicitárias. Alguns compraram empresas. Outros saíram de vilas operárias para morar em imóveis de bairros nobres. São assediados pela classe política e empresarial, e já aprenderam a circular em salões e roteiros internacionais.

Responsável pela verba publicitária, pelo relacionamento com a mídia e pela distribuição de recursos para programas sociais e ambientais (só em 2008 foram destinados R$544 milhões para mais de 2.300 projetos), a Comunicação Institucional é o abrigo preferencial dos ex-sindicalistas. Sete deles estão lá, entre os quais Wilson Santarosa, ex-presidente do Sindicato dos Petroleiros de Campinas (SP), que comanda a gerência. Além dessa, as quatro gerências regionais, a Comunicação de Crise e a Gerência de Relacionamento (Comunicação interna) estão sob o controle de ex-dirigentes sindicais.

Demitido por greve hoje gerencia crises
O gerente de Crise, Erasmo Granado Ferreira, é o exemplo mais emblemático dessa mudança de atitude dos sindicalistas. Como dirigente do SindiPetro de Campinas, partiu para o confronto com a estatal e acabou demitido na greve de 1983, sendo anistiado em 2004. Hoje, comanda com zelo extremo o controle de dados que possam comprometer a imagem da empresa.

Com 1.150 funcionários, a Comunicação Institucional gastou nos últimos três anos mais de R$900 milhões anuais. Seus gerentes são acusados de favorecer prefeituras aliadas na distribuição de recursos sociais. Este ano, por exemplo, o PT lidera as prefeituras do Nordeste que tiveram festas juninas patrocinadas pela empresa - 20 de um total de 86, seguidas pelo PMDB, com 12.

O RH é outro setor estratégico nas mãos de sindicalistas. O gerente, Diego Hernandes, ex-dirigente do SindiPetro de Mauá, responde pela relação com sindicatos, associações de classe e a Petros. Apesar da experiência, a tarefa é espinhosa. O grupo de Diego deixou de ser maioria absoluta no setor petroleiro - dos 17 sindicatos, seis são dissidentes - e o gerente, ao lado do presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, já foi alvo de enterro simbólico realizado por aposentados.

No setor de Gás e Energia, o gerente de Desenvolvimento Energético, Mozart Schmitt de Queiroz, é ex-dirigente do SindiPetro do Rio. Ele cuida de temas como o biodiesel. Na presidência, eram dois ex-dirigentes, mas o staff subiu para três com a chegada de Rosemberg Pinto, transferido da Comunicação após ser alvo de denúncia por uso político de verbas sociais. O Globo

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Cardeal pede que Manuel Zelaya não regresse a Honduras

O cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga pediu ao ex presidente Manuel Zelaya Rosales que não venha a Honduras para evitar um derramamento de sangue.

O prestigioso cardeal, considerado um dos “papáveis”, depois da morte de joão Paulo II, fez um chamado ao "amigo José Manuel Zelaya" e lhe advertiu que "um regresso ao país neste momento poderia desatar um banho de sangue". "Sé você ama a vida, se você respeita a vida, até o dia de hoje não morreu um só hondurenho, por favor, medite porque depois será demasiado tarde", instou o prelado.

Em cadeia nacional de radio e televisão transmitida neste sábado, a máxima hierarquia da Igreja Católica de Honduras pediu à OEA que preste atenção aos acontecimentos ilegais que estão ocorrendo no país desde o dia 28 de junho.
Elheraldo.hn - Tradução de Arthur para o MOVCC


AMANHÃ, ESTEJAMOS ATENTOS, POR HONDURAS
Enquanto isso, o espantalho marxista de Chávez ratificou hoje que regressará amanhã, domingo, a Tegucigalpa, junto com “vários presidentes e vários membros de comunidades internacionais”. Zelaya pediu aos seus seguidores que se dirijam ao aeroporto para recebê-lo [sem armas] e advertiu aos que o derrotaram, que eles estão rodeados.

“Neste domingo estaremos em Tegucigalpa abraçando-nos, acompanhando-nos para fazer valer o que tanto temos defendido em nossa vida, que é a vontade de Deus através da vontade do povo”, disse zelaya em uma locução transmitida pela estatal venezuelana, Telesur.

Aos militares os chamo de “golpistas traidores” e os exortou a retificarem no menor tempo possível. Aos que o derrotaram, advertiu que “estão rodeados” e terão que se render por conta do “genocídio” que estão cometendo.

Zelaya está claramente buscando o confronto. Se houve uma manifestação hoje, sábado, onde 8 mil manifestantes protestaram a seu favor, mais de 100 mil se manifestaram contra ele. Uma notícia que a imprensa engoliu.

Quando Zelaya diz para seus simpatizantes irem, SEM ARMAS, recepcioná-lo, isto é sinal de que seus apoiadores andam ARMADOS. Tanto é, que já feriram gravemente policiais e militares durante suas manifestações. Quando ele diz: “eles terão que render conta pelo genocídio”, ele já está avisando o que está por vir.

Zelaya está provocando as autoridades hondurenhas que já avisaram que ele será preso se voltar ao país. Como não bastasse tal afronta, em tom jocoso ele exige rápido pedido de perdão, e ameaça os militares e demais autoridades que o depuseram.

Parece claro que a intenção da súcia, amanhã, é provocar e promover o derramamento de sangue entre os hondurenhos, para depois tentarem responsabilizar as forças policiais e militares. O tais organismos internacionais provavelmente servirão de “testemunhas oculares”. Pode ser uma perigosa armadilha. A própria imprensa já está afiando suas garras, como por exemplo, o ridículo JN de hoje, que induziu a mensagem, mostrando apenas os apoiadores de Zelaya, sem mostrar a praça onde se reuniam mais de 100 mil hondurenhos que protestavam contra a volta de Zelaya.

O que estamos assistindo é um ataque violento de um bando de hienas "esquerdistas" contra um país que tenta salvar sua Constituição.

A hiena é o único animal que devora sua presa ainda viva. Os patrióticos hondurenhos estão resistindo bravamente ao bando de canalhas, que está cercando cada vez mais o pequeno e bravo país, infiltrando seus terroristas, agredindo e afrontando aos olhos do mundo que assiste passivo a uma democracia ser devorada, completamente viva. Por Arthur/Gabriela

ASSISTA:
Video: Cardenal pide a Zelaya que no regrese a Honduras

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Grupos terroristas estão atacando na capital hondurenha

O PAÍS ESTÁ ENFRENTANDO TERRORISTAS DA ESQUERDA CHAVISTA

Ao menos cinco artefatos explodiram em diferentes pontos da cidade no decorrer da semana. Autoridades afirmam que estão buscando espalhar o caos e a inquietação entre a população. Quatro edificações, entre elas meios de comunicação e a Corte Suprema da Justiça, foram vítimas de atentados a bombas. Por essa razão o governo estendeu o “toque de recolher”.

A capital dos hondurenhos começou a ser vítima de grupos terroristas que pretendem levar a nação ao caos. Cidadãos supostamente nicaragüenses, cubanos, venezuelanos e quem sabe, até de outras nações, estão se dedicando a cometer atentados contra as instituições e ao comércio, com a única finalidade de provocar a instabilidade na sociedade.

Nos últimos dias detonaram quatro bombas lançadas possivelmente por esses grupos adversos ao novo governo.

Desde domingo passado quando Zelaya foi destituído, acusado pelos delitos de traição à pátria, abuso de autoridade e usurpação de funções, seus seguidores realizaram violentos protestos, nos quais agrediram repórteres e alguns meios de comunicação. Os protestos também deixaram paredes pichadas, janelas quebradas e saques no comércio.

OS ATENTADOS
Entre as instituições que foram vítimas desses ataques estão a Corte Suprema da Justiça, donde o esquadrão Antibombas da secretaria de Seguridade retirou o artefato e o explodiu.

O edifício onde funciona a Radio América também foi vítima de atentado, com lançamento de bombas, em mais de uma ocasião, que não ocasionaram maiores danos.

Também se reportou outro artefato explosivo em um restaurante de comida rápida na imediações do aeroporto Toncontín. Ate o momento. Este foi o lugar que reportou os maiores danos à sua infraestrura.

À lista de entidades que foram vítimas de explosivos, também se soma a Secretaria de Relações Exteriores. Durante a noite, um novo artefato explodiu nas instalações da Direção Nacional de Migração, provocando danos à infraestrutura do edifício.

Duas pessoas de nacionalidade nicaragüense haviam sido capturadas como suspeitas de levar a cabo o ato delituoso.

Como produto desses acontecimentos, o governo decidiu estender o “toque de recolher” e assim salvaguardar a vida dos hondurenhos ante os atos terroristas desses grupos.

DETIDOS
Doze cidadãos nicaragüenses considerados suspeitos dos ataques com bombas foram detidos pela polícia, nas últimas horas.

Segundo a Polícia, eles ingressam de maneira ilegal no país. Os responsáveis pela segurança detectaram que esses atos de terrorismo estão sendo provocados por estrangeiros de origem venezuelana, equatoriana e nicaragüense. A polícia está realizando diversas operações, em razão desses ataques, até mesmo nos hotéis para tentar localizar e capturar esses sicários, e tentar evitar que sigam criando caos e violência no país. - Fonte:
Elheraldo.hnTradução de Arthur para o MOVCC

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